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Sem alarde

  • 6 de fev.
  • 1 min de leitura

Não era o primeiro a chegar

também não era o último

ficava no meio.


Lugar pouco disputado,

onde ninguém posa

e quase ninguém repara.

 

Enquanto alguns se apressavam em brilhar

e outros reclamavam da falta de luz

ele aguardava.

 

Não parecia esperar nada específico

talvez só o tempo exato em que algo se revela

sem fazer alarde.

 

Foi assim que aprendi:


Nem toda claridade quer vencer a noite

algumas só querem caber dentro dela por um instante

e depois seguir

 

Vagalumeando

1 comentário

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Gloria
24 de fev.
Avaliado com 5 de 5 estrelas.

Linda prosa poética de uma talenttosa cronista encontrando novo espaço em sua inspiracão

como um feixe de luz na percepcão dos sentimentos diversos do ser nosso de cada dia...


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